
Pegando carona no texto do mestre André, de fato existe um abismo que separa o ensino técnico do ensino superior, assim com existe uma fronteira bem nítida que separa informação, conhecimento e sabedoria.
Quando o(a) aluno(a) pergunta “como se faz tal coisa”, devemos ler literalmente: “me forneça a receita do bolo”. O problema é que, enquanto educadores, temos visão de que “dar a receita” equivale a dar a rede sem ensinar a pescar. Pior ainda: o mau uso da “rede” vai afetar o “meio ambiente” (pescar na época de procriação dos peixes vai acabar com a pescaria no futuro) e depois o dono da rede se volta contra o fornecedor: (“você me ensinou a pescar errado”). Não adianta dizer depois que “dei o que você me pediu: a rede. Não aula de pescaria”. Alguém tem de levar a culpa pelo mal feito.







Não sou muito ligado em religião e acho que cada um deve “ficar na sua”. Mas uma coisa me deixava bastante intrigado em relação às religiões que seguem o “Velho Testamento”. No começo de tudo, lá quando Adão e Eva andavam peladões e tinha um tal fruto proibido que crescia na “Árvore do Conhecimento”. Desde então, desde que Eva “provou” do fruto do conhecimento, incitada pela serpente somos considerados por Deus, pecadores.


