Reflexões (5)
Quando criaram as janelas (interface de usuário) semi-transparentes, achei uma futilidade: isso vai confundir mais do que ajudar, é algo meramente estético, etc, etc. Hoje, quando uso janelas semi-transparentes em substituição ao famoso minimizar (para ver outra informação, em outra janela simultâneamente enquanto trabalho) percebo que
a) esse recurso veio reduzir o número de cliques do “minimizar janelas”
b) hoje já possuo cultura visual para assimilar informações sobrepostas em semitransparências
c) O progresso é um caminho de mão única.
…
As instituições financeiras estão em toda parte. Nada contra elas, poderiam ser as instituições de comércio, serviços, públicas… O problema é que isso gera um monopólio indesejado. Minha operadora de celular me ligou me oferecendo uma promoção (bônus em ligações) e depois de me fazer esperar vários minutos me negou o bônus devido a eu estar resolvendo pendência com um banco (!). O supermercado onde sempre fazia compras agora oferece cartão de compras (crédito?) da mesma instituição financeira,e agora cobra R$5,00 por um quilo de arroz (!). Coincidências?
Limitar a ação das instituições (de qualquer setor) na sociedade se faz necessário para que nossas vidas não sejam dependentes destas instituições de maneira irreversível.
…
Um jornalista famoso certa vez defendeu a idéia de que a “cola” é um processo de aprendizagem. Não permitir “colar” na prova seria um contra-senso pois no dia-a-dia profissional esse artifício é amplamente utilizado.
Vamos raciocinar um pouco:
Um professor de faculdade me colocou (sabiamente) que quem copia - ou faz resumo - no mínimo está absorvendo alguma informação (não se escreve sem compreender o que está fazendo). Mesmo sendo fato efêmero como a decoreba.
Por outro lado, o help desk (suporte técnico) da empresa onde hospedo meu site se recusa a fornecer qualquer solução técnica se eu não apresentar uma tentativa - mesmo sem sucesso - de resolver a questão. Quer dizer, cola só se eu me mostrar digno de recebê-la.
Permitir consulta (”cola” tem caráter pejorativo de “malandragem”) após avaliação do esforço (legítimo) pode ser até um recurso paradidático (verificação de hipótese, confronto/correção de conhecimento). E esta consulta deve vir acompanhada de explicação de como o conhecimento se deu, para que não seja uma caixa preta (conhecimento estéril).
Em resumo: não existem idéias ruins, apenas mal contextualizadas.
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Comentários
Boa bicho, mandou bem.
tbt (topic by topic):
Está há muito uma nuvem de monopólio por parte das instituições finnanceiras rondando o planeta. Só que as instituições adjacentes pecam em não se desvincular em parte dessas instituições, pois não agradar a um cliente o entrega em bandeija de prata a outra operadora. Coisa q, não por motivo do famigerado monopólio, mas sim por mera insastifação por incompetência da VIVO, me associei a CLARO, essa segunda, tem um péssimo serviço de cobertura, mas ao menos me atende a contento quanto a seu serviço de atendimento, isso já satisfaz meu ego quanto a “sacanear” a VIVO. Bom, mas voltando ao segundo tópico, realmente sou a favor de consultas em provas, pois na vida profissional temos acesso a qualquer fonte de consulta e não vivemos em uma eterna prova (pelo menos não sem consulta…rsrsrs), as instituições devem rever seus conceitos quanto a aplicação de testes baseados nessa ideia de que na vida TEMOS SEMPRE COLA DE ALGUMA FONTE.
Vc sempre com comentários inteligentes, continue assim meu amigo e VAMOS MESMO BOTAR PRA QUEBRAR
Nossa sociedade não aguenta mais ser massacrada pelas mega corporações nem pelo governos, sofremos pressão de todos os lados, porém temos, enquanto democracia, lutar com certa veemencia, movendo pau e pedra, se é que me compreende, pelo respeito e cumprimento de nossos direitos.
Caro colega,
Você imagine o que se pode fazer com isto em termos de planilhas eletronicas. Quanta facilidade… Imagine o infeliz comparando resultatos tridimensionais… E o chefe pentelhando do lado… Loucuuura!
Abraços
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