Blog CataBits

sexta-feira, 12 de março de 2010   (Todos os horários em UTC)
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As “não tão novas” unidades binárias

Por Luferat em 28/02/2009 às 12:28.

TX90-X Ontem, recebi uma mensagem indignada de um leitor “passante” mais atento do Siris Games, perguntando por que eu estou escrevendo as informações de forma errada no site. Isso porque quando indico o tamanho de um H.D. ou da memória, eu uso “KiB”, “MiB” ou “GiB”, com um “i” minúsculo no meio das outras letras, enquanto o certo é como no “Windows”, ou seja, “KB”, “MB” e “GB”.

Nossa! Como pude cometer tal engano? Escrever uma unidade tão importante assim, de forma errada? Será que é problema do meu teclado? Ou algum surto psicótico na hora de escrever as unidades? Leia mais »

Artigos técnicos de volta

Por Luferat em 25/02/2009 às 16:06.

Artigos técnicos CataBits

Depois de algum tempo de incertezas, de divagações e estudos prolongados sobre Darvin, a natureza humana e a evolução das espécies, finalmente conseguimos republicar os Artigos Técnicos do CataBits.

O grande problema foi a plataforma onde publicar os artigos, já que fazê-lo diretamente no blog poderia fugir do contexto, afinal, blog é para expressar opiniões pessoais e falar sobre a vida alheia! Não? Não é? :-P Leia mais »

Tem uma sintaxe no meio do caminho

Por Wallace Vianna em 22/02/2009 às 20:41.

Como Mestre André bem colocou, o DTD1 do HTML determina como a página web vai ser renderizada pelo navegador, e a declaração do “javascript” determina como a programação vai ser interpretada. Erros ou inconsistências no código gerado pelo software (ou manualmente) acabam afetando como a página vai ser renderizada ou bloqueando funcionalidades desta.

Um fato comum em minhas aulas de web é layout de páginas com  tabelas aninhadas (tabela dentro de outra tabela) não centralizarem verticalmente com código X/HTML.

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Dentro e fora do padrão

Por Luferat em 22/02/2009 às 20:27.

webstandards

Quem desenvolve sites profissionalmente ou mesmo quem faz para uso pessoal mas gosta de se manter atualizado, sempre se depara com problemas de incompatibilidades.

A maioria desses problemas são causados pela falta de padrão entre os navegadores, mas muito podem ser resolvidos simplesmente conhecendo os padrões web e aplicando-os corretamente. Os famosos “Web Stadards” determinam por regras muito rígidas e bem documentadas como devemos escrever documentos para a Internet, usando as sintaxes e parâmetros de forma certa.

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Agendando tarefas

Por Luferat em 21/02/2009 às 15:19.

Agendando tarefas

Apesar de muitos usuários de Windows conhecerem o “Agendador de tarefas”, poucos usam o recurso. Agendar a execução de tarefas porém, é fundamental quando falamos de administrar servidores e redes. Nesta matéria, veremos como é fácil executar comandos em dias e horários determinados, usando o sistema Linux em modo texto. Tarefa essencial para administradores, técnicos de rede e usuários avançados.

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Instalando uma rede WiFi

Por Luferat em 21/02/2009 às 12:13.

Em outro artigo, vimos que o custo de implantação de pequenas redes sem fio vem reduzindo bastante, tornando esse tipo de conexão bem atrativo. Neste segunda parte, vamos ver na prática que instalar uma rede sem fio é ainda mais simples do que a maioria pensa e mesmo usuários com pouca experiência podem fazer o serviço, já que uma das partes mais complicadas, os cabos, simplesmente não existem.

Instalando o Access Point

A primeira etapa é instalar o Access Point no PC para a primeira configuração. Fiz uma seqüência de fotos que ajudará os menos experientes nessa tarefa que, por sinal, é bastante simples.

A rede de testes é composta de uma pequena rede cabeada já existente, que será expandida com pela rede sem fio. Como tudo já opera com DHCP (Ip dinâmico), o único trabalho será configurar os dispositivos e a rede se auto-ajustará.

O sistema usado é o Windows XP, que já tem um bom cliente wireless que facilita bastante as coisas.

Veja o esquema da rede de exemplo abaixo:


Esquema da rede de testes. A parte cabeada já existe.

Primeiro vamos configurar o Access Point. Como indiquei na primeira parte, o AP usado é um Encore 802.11b. O mais baratinho que consegui encontrar aqui no Rio e que se conecta a no máximo 11 Mbps. Ele deve ser conectado à uma porta USB de qualquer micro para ser configurado. Depois, essa ligação pode ser desfeita, ou seja, apenas o cabo de rede que vai ao HUB/Switch e o de força deverão continuar conectados ao Access Point, durante o uso normal.

Insira o CD-ROM que veio com o PA e, após a conexão, ele é detectado e instalado pelo assistente do Windows.

Com o hardware instalado, devemos instalar o software de configuração que está no CD-ROM. Para isso, navegue pelo CD e execute o arquivo “autorun.exe” para que a tela abaixo abra.

Clique em “Install Software” e siga os passos tradicionais de instalação, como em qualquer programa. O negócio é rápido e sem a necessidade de configurar nada.

Agora, acesse o programa do AP que está disponível em: Iniciar » Programas » 802.11 Wireless LAN » Access Point Utility » AP Utility. Uma janela solicitando senha será aberta, conforme a figura abaixo:

A senha padrão é public e você pode aproveitar esta tela para mudá-la para algo mais seguro. Basta clicar no botão Change para permitir a troca da senha.

Cuidado! Por segurança, nunca deixe o AP configurado com a senha padrão e anote a nova senha em local seguro e acessível. Caso esqueça a senha, não será possível re-configurar o AP e você ficará sem acesso à ele.

Clicando em Ok, a janela de configuração (AP Utility) se abrirá conforme a imagem abaixo:


Janela de configuração do Access Point

Configurando o AP

A configuração é bastante simples. Para os testes iniciais, vamos criar uma rede básica, sem sistemas de segurança. Mas lembre-se, isso é só para testes. Na prática, a rede deve ter pelo menos o WEP configurado.

Na aba Wireless do AP Utility fazemos as configurações básicas. Descrevendo os campos, temos:

  • Access Point Name: O nome do Access Point na rede. Pode ser qualquer um.
  • Wireless ESSID: O nome da sua rede sem fio. Também pode ser qualquer nome.
  • Operational Rate Set: Aqui configuramos a velocidade da conexão. Deixe em Auto.
  • Wireless Channel: Este é o canal de operação do AP. Se existem outros APs nas proximidades, é conveniente escolher um canal diferente. Este canal será o mesmo usado pelas placas de rede ligadas a este AP.
  • Operational Mode: Define qual a função deste AP na rede. Deixe como Access Point.

Abaixo está a nova configuração que fiz para os testes:

  • Access Point Name: CATABITS_AP
  • Wireless ESSID: CATABITS
  • Operational Rate Set: Auto
  • Wireless Channel: Channel 6
  • Operational Mode: Access Point

Agora, vá até a guia IP Config para configurar o acesso à rede cabeada. Descrevendo os campos, temos:

  • IP Address: Aqui entra o IP do Access Point na rede. Deve ser um IP livre;
  • Subnet Mask: Aqui entra a máscara de sub-rede, relativa ao IP acima;
  • Gateway: Este é o IP do computador que acessa a Internet na rede;
  • DHCP Client: Se sua rede tem um servidor DHCP, o AP pode pegar as configurações acima automaticamente, basta selecionar Enable neste campo;
  • Primary Port: Aqui escolhemos onde o AP deve procurar pelo DHCP primeiro, pela porta de rede ou pela rede sem fio.

Essas configurações podem variar um pouco, de acordo com a rede existente. Mas não tem nada aqui que alguém com poucos conhecimentos de redes Windows não possa configurar.

Na rede de testes estou usando uma conexão ADSL que entra por um modem que está configurado como Router e já fornece IPs dinamicamente para a rede. Abaixo está a configuração para a rede de testes.

  • IP Address: Desabilitado
  • Subnet Mask: Desabilitado
  • Gateway: Desabilitado
  • DHCP Client: Enable
  • Primary Port: Ethernet

Como visto, o uso do DHCP facilita bastante as coisas e acelera o processo. Na falta deste, um exemplo de configuração poderia ser:

  • IP Address: 192.168.1.10 (IP livre)
  • Subnet Mask: 255.255.255.0 (mesma máscara usada em toda a rede)
  • Gateway: 192.168.1.1 (IP do modem/router ADSL)
  • DHCP Client: Disable (DHCP desabilitado)
  • Primary Port: Ethernet

Como pode ser visto, o IP da rede de teste é 192.168.1.0/24. Caso o IP da rede seja diferente, os valores mudarão.

Nosso AP já está com uma configuração básica, suficiente para confirmar sue funcionamento e testar as placas de rede.

As placas de rede

Para instalar a placa de rede sem fio, precisamos abrir o micro que a receberá e localizar um slot PCI vazio. Nada muito complicado. Mais uma vez, os menos experientes podem consultar uma seqüência de fotos.

Ligue o computador e coloque o CD-ROM que veio com a placa. Se você usa Windows XP, não é necessário instalar os aplicativos deste CD-ROM, só o driver da placa será necessário. Como cada placa pode ter um procedimento diferente, não vou detalhar isso, mas o Assintente de Instalação de Hardware do Windows dá conta do recado na maioria dos casos.

Como disse, para o Windows XP, não é necessário instalar o cliente para redes WiFi que acompanha a placa pois o XP já tem um cliente residente e que, por sinal, é melhor do que os que vem com as plaquinhas mais baratas.

Logo após instalar a placa o Windows já reclama da presença de uma rede sem fio se o AP estiver ligado nas proximidades.


Rede sem fio detectada pelo Windows XP

Clique com o botão direito do mouse no ícone da rede e selecione “Exibir redes sem fio disponíveis” e veremos nossa rede ativa. É provável que outras redes próximas sejam exibidas também.


Nova rede sem fio detectada.

Caso sua rede não seja listada ou nenhuma rede seja detectada, volte e refaça os procedimentos no AP e na instalação da placa de rede.

Se tudo está certo, clique na sua rede e depois no botão “Conectar” na parte de baixo da janela.

Como nossa rede está sem sistema de segurança pois estamos só testando, o Windows vai reclamar que você está se conectando a uma rede insegura. Clique em “Conectar assim mesmo” para finalizar os testes.


O Windows XP reclama quando a rede é insegura.

A indicação “Conectado” aparecerá no status da sua rede, indicando que você já pode usá-la da mesma forma que a uma rede com cabos.


Status da rede Conectado.

Você pode configurar o Windows para que, toda vez que for iniciado, se conecte à uma rede preferencial, de forma que não é necessário se conectar manualmente sempre que reiniciar o micro. Isso também é útil no caso de notebooks. Os passos são:

  1. Dê um duplo-clique no ícone da rede sem fio ao lado do relógio;
  2. Clique no botão “Propriedades”;
  3. Selecione a aba “Redes em fio”;
  4. Em “Redes preferenciais”, “Mova para cima” a sua rede sem fio.


Janela de status da rede sem fio.

Pronto. Toda vez que o Windows iniciar, ele avisará se sua rede sem fio está disponível. Veja abaixo:


Windows encontrou sua rede preferencial e conectou-se.

Agora, já temos uma rede sem fio operacional! Quem tem notebook ganha uma maior mobilidade, já que num precisará de fios para conectar-se a sua rede, bastando ter um adaptador 802.11 instalado. Imagina poder passear pela casa toda ou pelo escritório, acessando a Internet e ouvindo sua rádio on-line favorita, sem a necessidade de fios. :)

Claro que não montamos uma rede de alta performance, mas que se sai bem em aplicações clássicas como acessar a Internet. Afinal, o objetivo é montar uma rede WiFi barata.

Talvez na próxima eu mostre como implementar um nível mínimo de segurança na rede WiFi, de forma a utilizá-la no dia-a-dia com segurança.

Até a próxima e não deixe de comentar para tirar dúvidas e dar sugestões…

Wireless acessível

Por Luferat em 21/02/2009 às 11:49.

Wireless acessível

É uma tendência mundial! O crescimento e a expansão das redes sem fio vem comprovar sua utilidade e facilidade de instalação. Mas as redes sem fio ainda são um mito para muitos usuários, técnicos iniciantes e até mesmo para alguns mais experientes.

O principal obstáculo é o custo de implantação do wireless frente às redes cabeadas. Porém, com a evolução das tecnologias wireless e a concorrência entre alguns fabricantes, principalmente de marcas mais populares, os equipamentos baseados em padrões mais antigos caíram bastante de preço, tornando as redes sem fio acessíveis e de fácil implementação.

Mesmo ultrapassadas em relação às novidades do mercado, esses equipamentos podem atender as necessidades de pequenas e até mesmo médias redes, principalmente, incrementando e agregando serviços a redes cabeadas já existentes. Já podemos adquirir em alguns lugares, placas de rede sem fio mais simples por menos de 150 reais e Access Point (ponto de acesso) por menos de 250 reais. Leia mais »

Acesso remoto com UltraVNC

Por Luferat em 21/02/2009 às 11:22.

Acesso remoto com UltraVNC Atendendo à pedidos escrevi um pequeno e prático guia para usar o UltraVNC que, para quem não sabe, é um software de acesso remoto que permite usar outro computador através da rede, como se estivéssemos na frente dele.

O UltraVNC é uma versão melhorara, mas rápida e fácil de usar do VNC – Virtual Network Computing – que é um protocolo desenvolvido para permitir o acesso remoto a computadores, mas que diferentemente do TelNet e do SSH usa uma interface gráfica, o que facilita bastante o trabalho principalmente em sistemas Windows, MacOS X, Linux rodando KDE, Gnome e qualquer outra interface. Os sistemas não precisam ser os mesmos para permitir o acesso, assim nada impede que à partir de uma máquina com Windows você acesse outra rodando o KDE sobre Linux. O UltraVNC é para Windows, mas é compatível com qualquer versão do VNC.

Desenvolvido com código aberto (Open Source) e sobre licença GPL, o UltraVNC é distribuído gratuitamente e é uma “mão na roda” para administradores e pessoal de suporte de redes que precisam atender clientes da rede com pequenos problemas no computador. Imagine você não ter mais que se deslocar vários andares apenas para configurar uma impressora ou verificar a presença de vírus em um disquete. Basta abrir o UltraVNC Viewer ou usar um navegador web e você terá a tela do PC do cliente em seu desktop. Para quem administra WANs então, nem se fala. Podemos até mesmo controlar PCs em outros estados ou países, desde que estejam na mesma rede.

O UltraVNC é um software recomendado apenas para redes locais pois pode ser extremamente perigoso se acessível pela Internet. Qualquer um que descubra a senha terá controle total sobre o servidor VNC. Muitos administradores de redes bloqueiam as portas usadas pelo protocolo VNC em seus firewalls para evitar problemas de segurança e usuários ingênuos.

Instalando e configurando o UltraVNC

Esses passos servem, com poucas ou nenhuma alteração para a maioria das distribuições VNC para Windows, inclusive o VNC tradicional.

O UltraVNC é dividido em duas partes:

  • UltraVNC Server – Deve ficar ativo na máquina remota, ou seja, na que será acessada. Cuidado em que máquinas o Server será usado porque ele é a parte perigosa do VNC;
  • UltraVNC Viewer – É usado para acessar a parte Server, é o cliente que se conecta aos servidores para permitir o acesso remoto.

Pra começar a instalar, baixe a versão mais recente do UltraVNC no site oficial. A instalação é bem simples e abaixo está um resumo:

  • Dê um duplo clique no ícone do instalador que você baixou;
  • Na primeira janela, escolha o idioma e clique em [Ok]. Não há a opção do português então eu sugiro o uso do idioma “Inglês”;
  • Clique em [Next >], concorde com a licença clicando em ” I accept the agreement ” e clique em [Next >] novamente;
  • Mantenha o local de instalação como ” C:Arquivos de programasUltraVNC ” e clique em [Next >];
  • Agora você deve selecionar o tipo de instalação mais adequado. As opções são:
    • Full installation – Instala o pacote completo;
    • Server Only – Se você está instalando no computador remoto, o que será acessado;
    • Viewer Only – Se você está instalando no computador do administrador, o que acessará o(s) outro(s);
    • Custom Instalation – Permite que você escolha o que quer instalar. Se escolher essa, você já conhece bem o VNC e não precisaria estar lendo isso!
  • Selecione a instalação adequada para cada caso e clique em [next >];
  • Deixe o atalho como ” UltraVNC ” e mais uma vez clique em [Next >];
  • Agora, temos várias opções possíveis onde as mais importantes são:
    • Register UltraVNC Server as a system service – Marque esta opção para que o Servidor VNC inicie junto com o PC. Se quer apenas testar o VNC ou iniciá-lo manualmente para manter a segurança alta, deixe desmarcado;
    • Start or Restart UltraVNC service – Permite controlar o servidor via “Ferramentas administrativas do Windows”. Se marcou a opção acima, marque esta também;
    • Create UltraVNC desktop icons – Marque se você deixou as opções anteriores desmarcadas para que tenha acesso mais rápido ao programa;
  • Selecione as opções acima conforme as necessidades, deixe o restante desmarcado e clique em [Next >]. Essas opções podem ser modificadas na configuração do UltraVNC posteriormente;
  • Clique em [Install] e aguarde o fim da instalação;
  • Clicando em [Next >] e depois em [Finish], concluímos o processo.

Repita os passos acima em todos os computadores da rede que usarão o VNC.

Com tudo instalado, vamos configurar o servidor de cada micro que será acessado. Primeiro temos que ter o UltraVNC rodando. Reinicie o computador ou simplesmente dê um duplo clique no ícone do UltraVNC Server no Desktop ou em “Iniciar/Programas/UltraVNC/”. Aparentemente nada acontece, mas olhe que o ícone azul do VNC está ao lado do relógio, na bandeja do Windows.

Dê um duplo clique neste ícone para abrir a janela “WinVNC: Current User Properties”, onde configuramos todas as opções do servidor VNC. Ela é meio confusa e assustadora no começo, portanto vamos nos resumir ao que interessa: a senha de acesso é a coisa mais importante que deve ser configurada e influi diretamente na segurança do computador remoto, portanto, na parte “Authentication”, coloque no campo “VNC Password:” a senha que será usada para acessar este micro. Bom, não preciso falar sobre a segurança das senhas não é?


Janela de configuração do VNC Server.

Dê um [Ok] e o server já está rodando. Aproveite para anotar o IP deste PC na rede. Para isso, basta colocar o ponteiro do mouse sobre o ícone do VNC ao lado do relógio, sem clicar, e ele mostrará rapidamente o IP atual. Use este mesmo procedimento com o cliente quando estiver fazendo um atendimento remoto, pedindo a ele que pare o ponteiro sobre o ícone.


Obtendo o IP do servidor.

Uma dica importante é configurar o firewall do servidor para aceitar conexões do UltraVNC Server pelas portas 5800 e 5900 que são as usadas pelo VNC.

Acesso remoto

Agora vamos testar o acesso abrindo o UltraVNC Viewer no computador que será usado para acessar o servidor. Na janela de conexão digite no campo “VNC Server:” o IP do servidor remoto. Deixe as outras opções como estão e clique no grande botão [Connect]. A janela de Status aparece e a senha do servidor é requisitada. Digite-a e aguarde a conexão.

Logo uma janela será aberta e nela será carregada a janela de controle remoto, com todos os ícones atalhos, botões, etc. Pronto! Você tem acesso total à este PC!


UltraVNC: Acesso total à interface do PC remoto.

No topo da janela do PC remoto podemos ver uma barra de ferramentas com várias opções que podem ser aplicadas. Um resumo das funções está abaixo:

  1. Envia a seqüência [Ctrl] + [Alt] + [Del] para o micro remoto;
  2. Modo “Full Screen” ou tela cheia. Use [Ctrl] + [Alt] + [F12] para voltar ao modo anterior;
  3. Exibe e permite editar algumas opções da conexão;
  4. Atualiza a tela;
  5. Envia a seqüência [Ctrl] + [Esc] que é o mesmo que a tecla “Windows” do teclado;
  6. Permite o envio de outras seqüências de teclas;
  7. Exibe o status da conexão entre os micros;
  8. Encerra a conexão;
  9. Oculta a barra de ferramentas. Use [Ctrl] + [Alt] + [F9] para voltar a exibi-la;
  10. Apaga a tela no micro remoto, assim o usuário não verá o que está sendo feito;
  11. Permite a transferência de arquivos entre os dois PCs. Muito útil para instalar programas no PC remoto;
  12. Permite selecionar apenas uma janela para que somente ela seja exibida;
  13. Volta a exibir todo o desktop do PC remoto;
  14. Abre um chat com o PC remoto, permitindo a troca de mensagens entre eles.

A maioria destas e outras funções também estão disponíveis pelo menu de contexto ao se clicar com o botão direito na barra de título da janela de controle remoto.

Existe uma outra possibilidade que é usar um navegador web. Neste caso, não é necessário ter o “Viewer” instalado pois uma interface em JAVA será usada. Teremos que usar então um navegador que tenha o Java instalado e o desempenho é bem inferior ao “Viewer”. Para acessar o PC remoto via navegador, digite na barra de endereços “http://ip_do_pc_remoto:5800″ sem as aspas é claro! O JAVA será carregado e a senha do servidor solicitada.


Também é possível o acesso ao PC remoto via navegador.

Alternativa de acesso pela Internet

Também é possível usar o software pela Internet, desde que o servidor tenha um IP válido na web, ou seja, esteja ligado diretamente via modem e com as portas 5800 e 5900 liberadas no firewall. Uma boa banda larga é essencial neste caso. É possível acessar micros em uma rede pela Internet, mas é necessário configurar corretamente o roteador e isso é trabalho de administrador de redes, gente que não precisaria estar lendo este artigo. ;)

Se você precisa acessar um computador via Internet, uma alternativa mais funcional é o serviço LogMeIn que é gratuito. Breve falarei mais sobre ele, mas seu uso é bem simples, através do próprio navegador.


LogMeIn: alternativa ao VNC via Internet.

Pra fechar, dou uma dica legal que achei no site do UltraVNC e que permite ocultar o ícone do Server que fica ao lado do relógio: usando o RegEdit, acesse a chave “HKEY_LOCAL_MACHINE\Software\ORL\Win\VNC3″ e altere o valor de “DisableTrayIcon” para “1″ sem as aspas.

infelizmente, muita gente sem conhecimento ou “demente” confunde o VNC com um programa de invasão ou coisa de hacker. Apesar de poder ser usado para fins maléficos, não é este o objetivo desta excelente ferramenta. Espero que esse artigo exclareça isso e ajude para que você use o VNC com sabedoria!

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