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Contexto e conteúdo

Por Wallace Vianna em 19/12/2008 às 18:28.

Uma conhecida minha comentando sobre um curso teórico (curto, de 4 aulas) que está fazendo sobre interfaces para web: o curso – curto – começou com a professora discorrendo sobre a história da web, o que aborreceu os participantes, que eram de áreas afins (mídia impressa, design, profissionais liberais) e queriam informações para aplicar em seus projetos.

Aqui cabe um paralelo com outra discussão sobre como deveria ser um apresentação e a aplicação dessa discussão numa palestra técnica. Leia mais »

Gerenciamento de links

Por Wallace Vianna em 04/12/2008 às 05:20.

Todo site com conteúdo dinâmico ou que muda/evolui ao longo do tempo deve ter estruturas que gerenciem links movidos ou removidos, até porque os buscadores e usuários podem manter links antigos no cache e nos favoritos por mais tempo do que o esperado.

Bons provedores de hospedagem fornecem este tipo de redirecionamento, através de uma página (definida pelo provedor ou pelo proprietário do site) que informa um link inexistente.


Figura 1

Na falta de uma hospedagem que gerencie links quebrados, o webdesigner deve ter um fluxograma da estrutura de seu site. Antes de projetar a nova versão do site deve fazer uma lista das principais páginas antigas, e repeti-las na versão nova, mas tendo como conteúdo apenas a informação de que a página foi movida ou não existe mais.


Figuras 2 e 3

No segundo caso – hospedagem que não forneça gerenciamento de links quebrados – uma tag/marcação que direcione automaticamente a página “antiga” para a página “nova” resolve a questão de modo rápido.


Figura 4

Aqui é particularmente útil o projetista de internet (ou webdesigner) saber quais as opções do navegador que podem interferir na navegação, e quepodem ser desabilitadas no computador do internauta. Muitos computadores estão num contexto (escolas, acesso público) em que a programação (scripts) e recursos de navegação podem estar desabilitados por questão de segurança (para não baixar vírus ao computador do usuário) ou restringir acesso a sites “não-permitidos” no ambiente. Nesse sentido, código “redundante” (que pode ser interpretado por alguns como “obsoleto”) pode ser efetivo para essas situações. Por exemplo, caso a tag META de redirecionamento esteja desabilitada no navegador (computador?) do usuário, um link “comum” para a nova localização deve existir na página, ou alerta de que scripts podem estar desabilitados no navegador (tag NoScript).


Figura 5

O redirecionamento de URLs também é útil para criar um endereço “curto” – para seu site ou página, facilitando o acesso. Como existem sites especializados em criar esses endereços curtos, se o redirecionamento for por curto prazo de tempo, utilizar uma URL do tipo “http://seusite.dominioY.com” pode ser uma boa solução de custo-benefício.

Se, ao contrário, o redirecionamento – ou URL “curta” – for utilizada por longo prazo (ou se uma URL mais personalizada for necessária para passar imagem mais profissional, sem usar subdomínios de terceiros) deve-se considerar a configuração de alias (apelidos ou URLs curtas) no servidor (http://nomedosite.com).

Por fim, ao criar estrutura de pastas e subpastas em seu site, lembre-se de sempre ter uma página index em cada subpasta (ou sub-nível) de seu site. Isso facilita a navegação por “texto” permitindo o usuário navegar digitando o caminho através das subpastas do site.


Figura 6

Enfim, gerenciamento (direcionamento e redirecionamento) de links e endereços na web é uma prática necessária para quem projeta conteúdo para a internet.