Blog CataBits

sexta-feira, 12 de março de 2010   (Todos os horários em UTC)
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Reflexões (4)

Por Wallace Vianna em 24/01/2008 às 17:47.

Já reparou que os desenhos animados da TV seguem um padrão muito semelhante, que não foi inaugurado, mas consagrado pelos Flintstones?
Repare bem: Fred Flintstone é o chefe de família com QI abaixo da média, gordo, trabalhador assalariado, inepto para fazer qualquer coisa que não seja o seu trabalho mecânico… igual ao Papai Dinossauro (Dino da Silva Sauro) ou Homer Simpson.
Bem, esse modelo já existia em desenhos animados anteriores, vide o Pato Donald e seus sobrinhos, da Disney. Se formos recorrer às Histórias em Quadrinhos a coisa vai mais longe, mas repare que este modelo se repete com sucesso, pois as pessoas se identificam com ele.
E como o cenário é igual, as situações são idênticas, para não falar nos roteiros. Tudo bem, os desenhos dos Flintstones são socialmente neutros, enquanto os Simpsons e Família Dinossauro são altamente críticos. Mas até essa crítica social está criando um novo padrão de repetição.
Se fosse criar uma teoria a respeito chamaria de “efeito Flintstones”.
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Web Média

Por Wallace Vianna em 10/01/2008 às 11:19.

No início não eram trevas, a internet comercial era somente-texto com algumas figuras decorativas, normalmente em torno de 40KB. Em determinado momento a luz se fez através de animações simples, trocas de imagens em botões e outras pirotecnias coloridas. Havia conteúdo mais pesado (VRML, vídeo, áudio) mas não era regra geral. No início, a internet era leve, e a conexão com modem 3.3 kbps suportava o tráfego, numa boa.
De repente a conexão ficou mais rápida. O modem passou para 9.6 kbps, as pessoas começaram a disponibilizar algum vídeo com mais regularidade, animações vetoriais (nessa época, mais leves que as animações com imagens), enfim: se a grana está sobrando, vamos gastar, se tem espaço vago vamos ocupá-lo!

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Cybercafé.com qualidade

Por Wallace Vianna em 10/01/2008 às 11:11.

Mesmo correndo o risco de estar me repetindo resolví retomar o tema “Cybercafé”. Estava acessando a internet no meu cybercafé preferido (uma franquia, sinônimo de controle de qualidade e atestado de maturidade), e do meu lado, um rapaz acessava com a maior naturalidade, os sites mais medonhos que você puder imaginar. De pedofilia a necrofilia, ví coisas de chocar até mesmo aquele anjo que se rebelou do paraíso.
Saí tão indignado com a situaçào, que mandei um email para a administração do cyber, pedindo providências; em tempo: não sou evangélico nem careta, mas acredito que a educação moderna não tem conduzido a resultados positivos (os pais daquela jovem que arquitetou a morte dos pais para receber herança não me deixam mentir…).

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