Sempre imaginei que, uma vez percebida a possibilidade de um problema, devo me mobilizar para evitá-lo. Como diria o crítico de arte Klaus Honef, a possibilidade de haver uma tragédia já configura a tragédia; o sinistro não precisa acontecer para ser um sinistro.
Daí imaginei isto posto em prática.
O responsável percebe o possível problema e diz ao subordinado: faça isto e aquilo. O funcionário questiona o pedido e o responsável argumenta que o fato pode dar problema, portanto vamos tomar medidas preventivas. O funcionário nada faz, e quando cobrado diz que “está tudo feito”. Como ninguém está reclamando, não há como medir o resultado das ações preventivas, a não ser que sejam ações “práticas” e visíveis a qualquer um. Leia mais »










