18 de dezembro de 2009

Janelas que travam

Ceifador
Sou fã do Windows 7 desde que as primeiras versões de teste que foram distribuídas e até pelo "mau entendido" Windows Vista eu tenho apreço porque nenhum dos dois me dá grandes dores de cabeça como as que tenho com o Windows XP até hoje.

Claro que nem tudo são flores, afinal, tecnologia é uma coisa inerente aos "seres pensantes" e como diz o velho ditado: "Errar é humano!"

Se tem uma coisa que me incomoda muito no Windows Vista, que também foi herdada pelo "Seven", mas que não cocorre com o velho XP é a perda de controle do sistema quando uma unidade de armazenamento falha. Para quem tem que manusear CDs, DVDs, flash drives e HDs removíveis o tempo todo como eu, essa característica se torna um transtorno.

O fenômeno acontece quando estamos lendo um DVD ou CD e a mídia apresenta falhas no meio do percurso. Comigo, costuma acontecer com algumas interfaces de disco externas de qualidade inferior e também com flash drives que estão no fim de sua curta vida útil.

A unidade começa lendo bem e de repente se perde ou se desconecta por algum motivo. Daí o Windows entra em um estado de "catatonia" que dá nos nervos. Ele fica insistindo em ler a unidade, o que pode ser verificado na barra de endereços do Windows Explorer, mas como não consegue obter êxito, a janela fica "esfumaçada" e é o fim do Windows.


Segundo o Google, o Chrome "é rapidinho".

Mesmo que você puxe o cabo USB ou remova o DVD da unidade, isso quando ela abre, o Windows continua tentando lê-la indefinidamente, até que simplesmente "deixa de existir" sem exibir se quer uma simples mensagem de erro. Nem gerenciador de tarefas dá jeito e só metendo o dedão no RESET é que conseguimos nos recuperar do trauma.

Os navegadores mais populares padecem do mesmo mau. Quando uma página aberta em uma guia trava, normalmente por culpa de algum script ou complemento, mesmo que as outras guias estejam "sadias", perdemos o controle do navegador que fica possuído por um espírito tecnofóbico obscuro.

O Firefox, às vezes, consegue detectar a lambança e "se reinicia" sozinho, já o IE, sempre tem que ser reiniciado na mão, via Gerenciador de Tarefas.

Como disse antes, venho usando o Google Chrome produtivamente nos últimos dias e salvo algumas questões de adaptação, ele vem se saído muito bem: se mostra muito rápido, bastante compatível com a maioria das aplicações web e nesse meio tempo, observei que ele não sofre do "mau" citado.

No Chrome, se uma guia trava por algum motivo, ele permite que eu troque de guia e feche a que ficou travada sem nenhuma reclamação. Em algumas ocasiões, o próprio navegador avisou que havia uma falha na guia e sugeriu o fechamento com um alerta.

Guias em processos separados diminuem travamentos.
Outra característica "evolutiva" em relação aos outros, principalmente o Firefox: após a instalação de uma extensão, não é necessário reiniciar o navegador. A extensão é ativada automaticamente e já fica disponível para uso. Isso é ótimo para quem, como eu, tem mania de manter dezenas de guias abertas na mesma janela.

Qual será o segredo do Chrome? "Os outros", bem que poderiam copiá-lo neste sentido...

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