16 de dezembro de 2007

Reflexões 3



Recentemente os EUA se recusaram a assinar acordos para redução de emissão de poluentes até 2012.

No programa "Antártida, terra do gelo" que passou na TV Futura neste mês de dezembro/2007, assistí uma palestra sobre como o continente gelado serve de termômetro para medir o aquecimento global; foram mostrados dados científicos que apontam que nos próximos 10 anos o nível de concentração de poluentes no planeta podem chegar a um nível "sem retorno", ou seja, se nada for feito de concreto, países podem ser inundados pelo aumento do nível do mar em pelo menos 6 metros (!) entre outras fatalidades que extingiriam a espécie humana (falta de água potável, de terra para produzir alimentos, etc). Imagine Copacabana debaixo d'água de uma hora para outra. Eu que moro no morro (Santa Tereza, Rio de Janeiro) serei um sortudo, se o valor do aluguel não me levar a morar no interior. O ruim será sair de casa de jangada.

Ou seja, não basta parar de poluir, temos todos de renovar a atmosfera, reduzir a taxa de natalidade e consumo com o mesmo empenho que tivemos em nome do progresso. E isso hoje, já. É o mundo de um lado e os EUA do outro. E depois ainda vem de dizer que os muçulmanos são uma ameaça ao planeta (!).

...

A operadora VIVO saiu na frente oferecendo internet sem fio onde quer que o sinal da operadora chegue. Até os celulares trabalham com Bluetooth para trocar dados entre aparelhos (computadores e celulares que trabalhem com essa tecnologia). Já é comum lugares públicos escolas, cyber/cafés) terem acesso sem fio com a internet. A Microsoft já criou um teclado que recarrega o mouse sem fio apenas pela proximidade de ambos. E já descobriram que o ser humano é um ótimo condutor de dados (já se pode conectar dois dispositivos pelo toque dos dedos). Mas fico imaginando o que fazer para conectar dois micros distantes um do outro dois metros, usando os dedos apenas (!).

Piadas à parte viver com menos fios é algo que veremos em breve. a redução dos aparelhos é o próximo passo. Meu próximo micro será um laptop. Sem fios.

...

Você pode ser independente...

... não deixando seu dinheiro "dormir" no banco. Se for para deixar lá, que seja em aplicação segura, que renda juros para você também (além da instituição financeira). Voce pode ser livre também...

... trocando a comodidade de poder sacar dinheiro na agência sacando esse dinheiro em sua própria casa.

Mesmo que você divida seu lar com outras pessoas, o aluguel de uma caixa postal para este fim custa em torno de R$50,00 por semestre e uma conta corrente custa no mesmo período em torno de R$100,00 (!); daí também concluímos que...

... recebendo salário via ordem de pagamento, cheque ou através da conta corrente de terceiros (pagando apenas as taxas sobre o recebimento), sem trocadilhos, sai mais em conta do que manter uma conta em nome próprio.
Se o status de ter conta em banco te deixa feliz, saiba que o dono do banco tem mais status do que nós dois juntos sorrindo no Copacabana Palace.
Por isso estou lhe...

... lembrando que o direito a usar cheques te custa pelo menos R$16,00 todos os meses.

Faça as contas. Você passa cheques todo o mês? Saiba então que...

... pagando a vista (melhor ainda, em dinheiro) muitas lojas dão descontos sobre o preço da vitrine. Outro bom costume é viver...

... evitando de pagar taxas de uso do cartão de crédito.
E seja esperto também...

... ao não pagar o "valor mínimo" do cartão de crédito que nada mais é do que a perpetuação da dívida: os juros desse "valor mínimo" mais que dobram a sua dívida ao longo do tempo, criando uma dívida eterna.
Você também pode alcançar a independência ...

... ao evitar as taxas bancárias (que em cada banco tem um nome); elas existem para que você pague por serviços, mesmo que não os utilize (você paga taxas mensais ao McDonalds mesmo não lanchando lá?).
Ser independente é viver...

... não usando o cheque especial, que nada mais é do que uma maneira eficiente de ter seu nome protestado, ou seja, ficar sem crédito na praça.
E também...

... juntando dinheiro ou se programando para adquirir bens e serviços pelo menor preço, sem juros e sem cheques. E aí voltamos ao início deste texto nos lembrando que...

...

Uma amiga minha reclamava de problemas ao usar um famoso anti-víus do mercado,e por isso usava um outro, mais famoso ainda. Não adiantou argumentar que 50% das vezes que eu era convocado para resolver algum problema em micros lá estava o "seu" anti-vírus. Não adiantaram também meus relatos de problemas com o anti-virus "dela" e o fato de o site de email da Microsoft não trabalhar com "ele" (sinal que "ele" e o Windows não se entendem bem).

Perguntei quais problemas ela tinha com o "meu" anti-vírus.

Ela respondeu: "- Todos".

Como assim, "todos"?

"- Todos, ué. Todos são... todos. Todos... esses que você falou e outros, pronto."

Não consigo ter argumentos contra falta de argumentos...

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